Formar pessoas de caráter, ensinando a reconhecer e viver o que existe de mais sagrado na vida: o Amor, a Verdade, a Paz, a Ação Correta e a Não-Violência.
terça-feira, 20 de julho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
AMOR - ASPECTO PSÍQUICO
É a força da criação, coesão e sustentação da vida. O amor é a energia de unidade e transformação.
Vivemos num universo dual entre os pares de opostos e a relatividade; o amor é o impulso de integração.
As polaridades se expressam mais acentuadamente na luta entre o amor e seu oponente implacável, o medo, ou seja, a expansão e a restrição do ser, respectivamente. A eliminação consciente do medo nos liberta do egocentrismo, e o amor preenche os espaços internos e assume as rédeas da vida. Sob o domínio do medo, estamos sempre sujeitos ao dualismo do mundo e da ilusão das coisas inconsistentes e passageiras, que nos fazem sofrer pela sua própria condição de transitoriedade.
O amor é a energia que abastece a psique, a alma, e essa plenitude reflete-se nos nossos pensamentos, palavras e ações. É privilégio e conquista da condição humana a faculdade de amar incondicionalmente. Podemos transpor a autopreservação e o sentido de posse, bem como vencer os limites de aversões e preferências, pelo exercício do amor. Unir as centelhas para formar uma enorme fonte de luz, tornando-se feliz e fazendo felizes os seus ssemelhantes, viver em sintonia com os cosmos, são tarefas inerentes ao homem. O amor revela no ser profundo, sagrado, transcendental e sublime.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
NÃO SE APRENDE NA ESCOLA
Você já parou para pensar como o que a vida nos exige não se aprende na escola? E por outro lado, o que se aprende na escola muitas vezes é totalmente irrelevante para a sua vida?
Não precisa ir longe. Abra o Orkut, um blog qualquer ou um site de notícias que permite comentários dos leitores e leia os absurdos que as pessoas escrevem. As pessoas tem a capacidade técnica de ler (ensinada na escola) mas não tem a capacidade mental de entender (não ensinada na escola).
Quer mais exemplos? Você deve conhecer alguém altamente inteligente e capacitado na sua área de atuação, que ganha um salário muito acima da média e mesmo assim deve até as cuecas para o cartão de crédito ou banco.
A gente aprende a ganhar dinheiro (aprendendo uma profissão), mas não aprende a gastá-lo e, muito menos, a guardá-lo.
E na escola – e também em casa – o que se aprende desde criança é a obedecer, receber ordens, seguir regras. Qualquer contestação é respondida com um “porquê eu mandei!” ou um “não é essa a resposta que eu queria” e ainda um “eu MANDEI você mudar de lugar.”
Depois do colegial (aka na fase da adolescência) eu fiquei mais contestador e perdi a contagem do número de vezes que arranjei confusão com professor porquê eu fiz ou respondi algo de forma diferente do que foi ensinado (invariavelmente de forma melhor).
Era normal os professores desconsiderarem minhas respostas com um argumento do tipo “não foi assim que eu ensinei” ou “você colocou uma resposta muito curta e eu queria a resolução inteira”.
Ai você chega numa entrevista de emprego e o que é que o cara do RH está procurando? “Um líder”. Ou ainda: “alguém que pense fora da caixa”.
Ah, tá. Perai que vou chamar a tia Matilda da terceira série e pedir pra ela explicar porquê ela assassinou 40 líderes e socou 30 futuros profissionais de volta pra dentro da caixa.
Eu poderia ir longe na minha ranhetice, mas vou deixar aqui alguns exemplos de coisas que eu penso serem fundamentais para qualquer pessoa e que não são ensinadas na escola, bem como algumas referências de onde você pode procurar mais informações sobre essas coisas:
Como fazer amigos e influenciar pessoasLeia este livro. E leia de novo. E tenha ele sempre à mão. Se possível faça também o treinamento.
Como falar em público
De novo Dale Carnegie. Procure o treinamento “Apresentações de Alto Impacto” no site deles. Aliás, um dos melhores treinamentos que já tive a oportunidade de participar. Uso o que aprendi até hoje e acredito que mando bem em apresentações.
O que se aprende na escola
Do alto de toda sua sapiência, o mestre detalhava a composição química de soros, mucos e plasmas. Chegada a vez do esperma, ele repirou naturalmente e pôs-se a discorrer sobre o tema:
- O esperma é composto principalmente de água, proteinas e açucares além de uma pequena parte de sais minerais. Entre 50% a 80% do líquido seminal é composto de frutose...
Patrícia, uma das melhores alunas da classe e também uma das mais bonitas da turma, com fama de CDF e ser inflexível as cantadas dos colegas levanta a mão e faz a pergunta que a deixaria famosa:
- Mas Professor, já que o esperma tem tanto açucar assim, porque ele não tem gosto doce?
Depois da pergunta, fez-se um silêncio sepulcral na sala de aula para logo depois explodir em risadas e comentários maliciosos...
Apesar disso, o velho professor Medeiros, com toda a tranquilidade do mundo respondeu a pergunta da jovem e bela aluna:
- Você não sente o gosto adocicado do esperma, porque as papilas gustativas estão concentradas na ponta da lingua e as que estão no fundo, perto da garganta são menos sensíveis aos açucares.
Foi a vez da durona Patricia sair ruborizada da sala de aula, com a fama de boqueteira eternamente marcada pelo resto de seus dias.
Algum comentário sobre o doce sabor do esperma??? (rs)
Que é Mito?
Professora: Rosiléia
TEMA: O que é mito?
O que é mito?
As antigas religiões que atualmente não mais existem, foram grandes reguladoras do sagrado, pois, constantemente, estavam em contato com as forças invisíveis através de sacrifícios que possuíam a sua ritualização própria. O mito é um dispositivo utilizado pelos antigos, para contar os fatos acontecidos em relação sua vivência cotidiana, utilizando-se da linguagem simbólica. O rito, já é concretização do mito, por exemplo: O casamento; A purificação de jovens meninas para entrarem numa tribo na África, cortando o hímen. No rito a palavra e os gestos ganham a sua sacralidade, e é por isso que muitas tradições existem até hoje, especificamente o Cristianismo.
O mito no seu sentido de origem:
“O mito é a mais antiga forma de conhecimento, de consciência existencial e ao mesmo tempo, de representação religiosa sobre a origem do mundo, sobre os fenômenos naturais e a vida humana. Deriva do grego mythos, palavra, narração ou mesmo discurso, e dos verbos mytheyo (contar, narrar) e mytheo (anunciar e conversar). Sua função, por tanto é a de descrever, lembrar e interpretar todas as origens, seja ela a do cosmo(cosmogonia), dos (teogonia) , das forças e fenômenos naturais (vento, chuva, relâmpago, acidente geográfico, seja ela a da causas primordiais que impuseram ao homem as suas condições de vida e seus comportamentos. Em síntese, é a primeira manifestação de um sentido para o mundo”.<1>
O mito no dicionário:
Mito sm. 1. Relato sobre o seres e acontecimentos imaginários acerca dos primeiros tempos ou de épocas heróicas 2. Narrativa de significação simbólica, transmitida de geração em geração dentro e determinado grupo, e considerada verdadeira por ele. 3. Idéia falsa, que distorce a realidade ou não corresponde a ela. 4.Pessoa fato ou coisa real valorizados pela imaginação popular, pela tradição, etc. 5. Fig. Coisa ou pessoa fictícia, irreal; fábula.<2>
O mito na realidade humana:
O mito, porém, não é só forma de expressão; os símbolos e as imagens coligadas no mito refletem a realidade verdadeira existente, porém tão profunda e vasta que não poderá ser apreendida por conceitos próprios. Por isso, o mito não nasce do nada, mas, sim, de uma experiência profunda.(....) O mito, porém, será vivido e vestido como material representativo de cad época. De tempos em tempos, morreram os mitos. Mas a realidade que os fez nascer está sempre aí a desafiar os homens e buscando irromper na consciência do espírito. Por isso, nascem de novo outros mitos, que por sua vez serão outras tantas tentativas de apreender o inapreenssível, de formular o informuláve, e deixar falar o que é de per si, indizível (BOOF: 197 pág. 62-63).
O mito na história:
“Na ciência das mitologias - se é que podemos chamar assim nos referir -, encontra-se a clássica definição de Mircea Eliad, quem conceitua o mito, inserindo-o em uma categoria da história sagrada, uma história em que ele, o mito, toma forma de seres que se assemelham à imagem humana. O mito é identificado por Eliade como Deus ou como Herói Civilizador. Nessa perspectiva, seria o mito a tentativa descritiva das origens das coisas e da existência. Seria – visto por outro prisma – o fator capaz de preservar e transmitir paradigmas e exemplos de que se utiliza a natureza humana”.<3>
O mito na linguagem:
Definido com recurso ideológico o mito não se constitui em negação das coisas. Ao contrário, ele penetra na linguagem para falar delas – as coisas -, fornecendo-lhes fundamentação da natureza e a eternidade. Podemos observar que as ideologias que influenciam uma determinada civilização, assim como a teologia, ao assumir um caráter oficial, vale-se dessa condição para a manutenção ou transformação do “statuto quo”. O mito se apresenta como responsável pela indagação que o ser humano faz em torno de sua própria eternização. <4>
Enfim, o mito cria uma compensação simbólica e imaginária para dificuldades, tensões e lutas reais tidas como insolúveis; omito se refere a esse fundo invisível e tenso e o resolve imaginariamente para garantir a permanência da organização. O mito na cultura da sociedade conta uma história (real) dramática, na qual a ordem do mundo (o reino animal, mineral, vegetal e humano) foi criada e constituída.
Bibliografia:
BOOF, Leonardo. O Evangelho do Cristo Cósmico. A realidade de um mito: O mito de uma realidade . Centro de investigação e divulgação, teologia/I. Petrópolis - Rio de Janeiro: Vozes, 1971.
<1> Texto: Mito e mitologia, extraído do site: htpp://wwwvideotextoinfo /mito_mitologia.html. Editora Perspectiva S.A.; à L&M Editores S/A e Editora videotexto.tv, acessado no dia 26/04/05 ás 15:30.
<2> Cf. o míni Aurélio, 6º edição revista e atualizada, 2004.
<3> Artigo “Da Ritualização da Sociedade ao Fetiche Consumogômico”, escrito por: Ruy dos Santos, teólogo, arte-educador, mestrando em Ciência da Religião na universidade Metodista de São Paulo, Membro da Igreja Cristã da Brasília e Professor de Ética no CEUB (Brasília DF), p.
TEMA: A GRANDE AVENTURA DA HISTÓRIA.
PROFESSORA: ROSILÉIA
TEXTO 1
"A história é o estudo da ação humana ao longo dos seus tempos, que por meio de avaliação de acontecimentos e processos ocorridos,registra o passado".
O historiador, um observador atento à realidade, reflete e aponta conexões entre o passado e o presente".
TEXTO 2
O que é Mito?!
"O mito ou os mitos são histórias sobre a sabedoria de vida. O que estamos aprendendo em nossas escolas não é sabedoria de vida. Estamos aprendendo tecnologias,estamos acumulando informações".
TEXTO 3
Contar mitos, em muitos lugares na África, faz parte do jeito de educar a criança que mesmo antes de ir para escola aprende as histórias de sua comunidade, os acontecimentos passados, valorizando-os como novidade; Os mitos de matriz cultural evidenciam valores de convivência e solidariedade, considerando:
- saber sobre si mesmo (autoconhecimento);
- reconhecimento e manutenção de valores de convivência comunitária;
- reverência aos ancestrais e aos espíritos familiares;
- apreço a figura da mãe,venerada quase como uma entidade;
- reverência e respeito aos/às mais velhos/as como portadores do conhecimento;
- preservação dos fazeres e saberes, costumes e histórias da comunidade;
- atenção para a educação de criança e jovens, com princípios e valores da comunidade,
- manutenção da família enquanto instituição básica da sociedade.
Atividade 1
Após leitura e reflexão dos textos, faça uma redação (entre 15 e 20 linhas) sobre sua compreenção.
Atividade 2
Como dizia Bob Marley "Um homem sem história é como uma árvore sem raiz". Sendo assim cada um tem a sua história.Relate e construa a composição de sua origem, sua história.